JULGAMENTO HISTÓRICO NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL EM 01.12.2011

CLIQUE NOS LINKS PARA ASSISTIR O JULGAMENTO HISTÓRICO DE 01.12.2011

ESTAMOS DISPONIBILIZANDO OS LINKS DO YOU TUBE ENVIADOS PELO PROF. MANOEL AZEVEDO. É SÓ CLICAR E VERÁ OS VÁRIOS MOMENTOS DAQUELE HISTÓRICO JULGAMENTO.

Abaixo, respectivamente, estão os endereços no youtube das partes 1 de 5, 2 de 5, 3 de 5, 4 de 5 e 5 de 5 do vídeo do julgamento histórico no STF.

http://www.youtube.com/watch?v=w4DHkYcKpoo
http://www.youtube.com/watch?v=rRE6L0fu4Ks
http://www.youtube.com/watch?v=gQzH1FNS5Sg
http://www.youtube.com/watch?v=8FqTJqKrjww
http://www.youtube.com/watch?v=z1UKoALstcI

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A VITÓRIA DE GADANHA E UMA HISTÓRIA DE PROFESSORA.


EDIÇÃO DE HOJE, QUARTA FEIRA, DIA 22 DE JULHO DE 2014
QUERIDOS AMIGOS, QUERIDAS  AMIGAS

VAMOS COMEMORAR!!!
Nem só de expectativas vivemos nós. Como já anunciamos no FACEBOOK, o nosso companheiro de primeira hora da luta pelo PISO SALARIAL, Gadanha, defendeu com sucesso sua tese de doutorado na Universidade Federal da Paraíba no dia 17 de julho. Para nós que administramos o blog PISO SALARIAL AGORA, para seus amigos e familiares a conquista do título de doutor pelo Gadanha é motivo de júbilo. Nosso abraço fraterno pela grande conquista obtida com  méritos, dedicação e um grande esforço.

“RAZÃO E REVOLUÇÃO” DE HERBERT MARCUSE, POR UMA DIALÉTICA DE ALTERAÇÃO INSTITUCIONAL
Alberto Dias Gadanha
RESUMO:
“Razão e Revolução” de Herbert Marcuse, por uma Dialética de Alteração Institucional”, expõe a fundamentação dialética de uma práxis revolucionária. A argumentação é desenvolvida a partir da reciprocidade entre dois critérios da dialética: a compreensão histórica dos objetivos libertários e sua efetivação institucional. A liberdade como categoria ontológica e o processo político de libertação humana constituem os elementos da dinâmica de reciprocidade na obra de 1941, “Razão e Revolução”. No prefácio “A note on dialectic” de 1960, a reciprocidade entre o processo de conscientização da liberdade e o processo de sua efetivação, constitui-se num discurso alternativo à capitulação ao estabelecido. Em 1966, reconhecemos a analogia dos critérios essenciais de uma perspectiva dialética com a compreensão de que a negação do capitalismo tardio exige dois tipos de estratégias, uma fundada na negação enquanto superação interna, e a outra fundada na negação como superação externa, a primeira expressa a partir das contradições internas do todo-parte e a segunda, a superação externa permite compreender o clamor por justiça e pelo bem, elementos universais de uma totalidade maior do que o todo-parte capitalista.
JOÃO PESSOA – 17/07/2014
Tese de Doutorado apresentada como requisito parcial para a obtenção do título de Doutor em Filosofia ao Programa Integrado de Doutorado em Filosofia - Universidade Federal da Paraíba – UFPB / Universidade Federal de Pernambuco – UFPE / Universidade Federal do Rio Grande Do Norte – UFRN.
BANCA EXAMINADORA:DR. ANTONIO RUFINO VIEIRA – UFPB, 
DR. ALFREDO DE OLIVEIRA MORAES - UFPE
DR. LUIZ VICENTE VIEIRA - UFPE
DRª MARLY CARVALHO SOARES - UECE
DR. ROBESPIERRE DE OLIVEIRA – UEM (MARINGÁ)

Nota do blog:

Nos idos de 1960 os livros de Marcuse eram sucesso editorial no Brasil destacando-se entre eles Eros e a Revolução e Ideologia da Sociedade Industrial lidos por muitos intelectuais da época.

Sobre Marcuse escreveu Wolfgang Leo Maar::

"Herbert Marcuse (1898/Berlim -1979/Frankfurt) se tornaria conhecido no Brasil a partir de meados dos anos 60, na esteira do movimento de rebeldia que culminaria nos conhecidos eventos de 1968. O contato com o então professor de filosofia no Campus San Diego da Universidade da Califórnia – a seguir convertida em palco da resistência à presença norte-americana na Guerra do Vietnã – se daria sobretudo pelos seus últimos textos.
Esta sua obra seria muitas vezes designada como "contracultural", resumindo-a aos propósitos de legitimar a rebelião, canalizando as insatisfações de um modo vago contra a formação social capitalista. Nesse conjunto bastante heterogêneo se enquadrariam, com a sem-cerimônia dos modismos da sociedade de consumo de massas, obras como Eros e Civilização (1955), A ideologia da sociedade industrial (1964), Contra-revolução e revolta (1972), A dimensão estética (1977) e O fim da utopia (1980}, entre outros. Este último livro, póstumo, contém as participações de Marcuse em congestionadas e disputadíssimas discussões com os estudantes na Berlim de 1967, selando sua consagração como intelectual engajado que lhe valeria a caracterização de subversivo no Ocidente e ameaças de morte nos Estados Unidos".
 fonte: Wikipedia

DESABAFO QUE VALE PARA MUITOS EDUCADORES



Por sugestão do caro amigo Professor Pádua Ramos vamos publicar este vídeo onde uma colega professora do Rio Grande do Norte, Amanda Gurgel, faz uma corajosa denúncia. Vale a pena ver:

BOM DIA PARA TODOS VOCÊS!!!

ESTATÍSTICAS APURADAS AOS CINCO MINUTOS DE HOJE (23 DE JULHO DE 2014):

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683.378
RETIFICAÇÃO: LEMBRA O COLEGA NONATO QUE O NÚMERO DA RECLAMAÇÃO DA QUAL FOI RELATOR O MINISTRO TEORI ZAVASKI É 15.619 E NÃO 16.619 COMO FOI DITO NA POSTAGEM ANTERIOR. GRATO PELA CORREÇÃO.

terça-feira, 22 de julho de 2014

EXPECTATIVA: ESTAMOS AGUARDANDO A MOVIMENTAÇÃO NA QUARTA VARA

EDIÇÃO DE HOJE, TERÇA FEIRA, DIA 22 DE JULHO DE 2014
CARÍSSIMOS AMIGOS, CARÍSSIMAS AMIGAS


Ainda não temos novidades. No STF a pauta está limpa. A decisão do ministro FUX de 24 de junho de 2014, em sede da reclamação constitucional  8613,deu provimento ao agravo regimental da defesa e autorizou o prosseguimento da execução no juízo trabalhista, isto é na quarta vara onde o processo começou no século passado, no distante mês de fevereiro de 1992. 
O ministro Teori Zavaski relatou a reclamação 15.619 da PGE CONTRA O TST, que foi derrotada duas vezes no pleno do STF (em 27 de fevereiro de 2014 e em 14 de maio de 2014).
Tramitam, rumo ao TST dois agravos conta decisões da ex-presidente do TRT que denegou dois recursos de revista. e no âmbito do TRT um mandado de segurança contra os colegas da UVA que será julgado pelo Pleno daquele Tribunal.
Os agravos não têm efeito suspensivo e a execução poderá prosseguir sem solução de continuidade.
Estamos portanto dependendo exclusivamente da decisão da titular da quarta vara Meritíssima Juíza Dra. Rosa Mestres.
A defesa está tomando todas as providências cabíveis para o desfecho desse nosso longo processo. Estamos começando uma nova semana e esperamos, como ocorre todos os dias, que aconteça alguma novidade que nos favoreça.
Como já dissemos em postagem anterior e o professor Cajuaz Filho reforçou, tudo tem seu tempo. A Quarta Vara é o cenário onde se desenrolarão os atos finais desse nosso drama.
Estamos atentos. Não estamos arrefecendo o ânimo e não podemos antecipar fatos. 
Na semana que passou estivemos reunidos com alguns colegas para estabelecer algumas etáticas que serão postas em prática a partir de hoje e só serão divulgadas posteriormente. 
Não podemos perder a esperança. Estamos no fim de uma longa caminhada e o momento é oportuno. Venceremos.
Um abraço fraterno em todos vocês.
Mesmo com a falta de novidades, confiram a audiência no exterior, na semana de 15 de julho a 22 de julho, apurada aos 24 minutos desta terça feira, dia 22 de julho de 2014:


Brasil  2289
Estados Unidos 138
Alemanha 84
China 20
Rússia 17
Portugal 14
Paraguai 12
Ucrânia 7
Índia  4
Holanda 3

 Celine  Dion



BOM DIA!!!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

CAJUAZ ESCREVE: A VITÓRIA DEMORA MAS VEM

EDIÇÃO DE HOJE, DIA 18 DE JULHO DE 2014
CARÍSSIMOS AMIGOS, CARÍSSIMAS AMIGAS

"Esperar uma alegria também é uma alegria"
(G.E.Lessing - filósofo alemão, 1729-1781)

Recebemos de nosso querido amigo professor Cajuaz Filho um primoroso artigo eivado de muita esperança que estamos reproduzindo sem delongas:

A vitória demora, mas vem.

Lendo a última edição do Blog Piso Salarial conforme o TSF, no corpo do texto uma afirmação chamou-me a atenção: Tudo tem seu tempo.
Não que fosse novidade para mim, pois já a conhecia da Sagrada Escritura, Livro do Eclesiastes, capítulo III: Todas as coisas têm seu tempo, e todas elas passam debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer. Há tempo de plantar, e há tempo de colher...
Imediatamente fiz relação com a belíssima letra de uma composição musical de autoria de Juninho Thybau, Baiaci e Luís Caffe cujo título está epigrafado. Ei-la:

E lá vou eu saindo para o batente
Antes mesmo de o galo cantar
Sempre correndo na frente
Espero minha estrela brilhar
Não sou de atrasar, nem tampouco puxar
O tapete de ninguém
Nada na vida é por acaso
Pra quem nasceu predestinado
A vitória demora, mas vem

Guerreiro não foge à luta
Eu to sempre na disputa
Em prol de um amanhã melhor (bem melhor)
Pego firme na labuta
Malandro é quem escuta bom conselho
Pra não ficar na pior (na pior)
Eu vou compondo a minha história
Guardo em minha memória
Quem sempre me fez o bem (fez o bem)
Aprendi a ensinar o ensinamento
Que tudo na vida tem seu tempo, tem
A vitória demora, mas vem.

Com esses três pensamentos afirmei para mim mesmo: Qualquer semelhança com o imbróglio do piso salarial dos professores das Universidades Estaduais do Ceará não é mera coincidência: A vitória demora, mas vem.
Parece-me estar vendo a vida daquele que vive o magistério: sair cedo; esperar o reconhecimento do poder público à educação; ser predestinado; dar condições aos outros de saírem das trevas da ignorância; procurar plasmar verdadeiros cidadãos e assim formar uma sociedade cidadã, digna e justa que saiba respeitar o direito dos outros e aprender o ensinamento pra ensinar que não desanimem, pois “a vitória demora, mas vem”.
A esperança não morre. Por isso, nessa caminhada em busca de nosso direito não podemos desanimar, pois “os cães ladram e a caravana passa”.
Tenho certeza de que “a vitória demora, mas vem”.

                                                                         Cajuaz Filho

FIQUEMOS AGORA COM A CANÇÃO A VITÓRIA DEMORA MAS VEM de Juninho Thybau, Baiaci e Luís Caffe, citada por Cajuaz,  na interpretação de DIOGO NOGUEIRA(o filho do sambista João Nogueira).



Nossas estatísticas apuradas a zero hora de 18 de julho de 2014:

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

FAÇA COMO O VELHO MARINHEIRO QUE DURANTE O NEVOEIRO LEVA O BARCO DEVAGAR...

EDIÇÃO DE HOJE, QUINTA FEIRA, DIA 17 DE AGOSTO DE 2014
ano 8 -  edição 1614
QUERIDOS AMIGOS, QUERIDAS AMIGAS

"Sem preconceito ou mania de passado
Sem querer ficar do lado de quem não quer navegar
Faça como um velho marinheiro
Que durante o nevoeiro
Leva o barco devagar"

(Paulinho da Viola na canção Argumento)
Do colega da URCA Paulo de Souza recebemos o comentário abaixo:
Desde o dia 12 do corrente que, diariamente, por mais de uma vez, eu acesso o blog a fim de ver alguma novidade ou pelo menos algum comentário.Não vejo nada.Fica então aquele vazio. Em relação ao blog me identifico com aquela propaganda que diz "Me acostumei com você".

Paulo de Souza

CCT - Juazeiro do Norte-CE.
Vamos tornar mais publica  resposta do blog:
O blog tem pautado sua conduta no intuito de bem informar a todos sem criar falsas expectativas nem suscitar dúvidas. A decisão do ministro Fux já está nas mãos da Mma. Juiza da quarta vara Dra. Rosa Mestres que está analisando todo o processo. Como a referida magistrada chegou recentemente à quarta vara é natural que não conheça o processo na sua plenitude e isto explica a sua demora em tomar uma decisão. No entanto temos mantido contato permanente com a nossa defesa que está trabalhando e tem uma estratégia que não podemos, por enquanto revelar para não alimentar as ações dos nossos inimigos. A hora é de prudência. 

O blog não pode fazer vaticínios, mas tem acompanhado o processo. Se hoje não temos novidades, asseguramos que manteremos a todos informados no momento oportuno. 

Vamos dar um crédito de confiança à nossa advogada e aguardar mais um pouco.


Caríssimos amigos, caríssimas amigas:

O momento requer prudência. Nosso inimigo é o governo do estado que a toda hora fica entrando com recursos e petições para retardar a execução, prática comum dos caloteiros. 
É contra ele que devemos direcionar nosso ataque. A justiça não age de ofício. Só age quando é provocada. E quem provoca é o estado.
Não podemos negar, no entanto que o nosso infortúnio, a longa caminhada de mais de vinte e dois anos, se deve a dois fatores: a porosidade e a morosidade.
A porosidade se refere às frestas que a lei oferece para os poderosos, mormente quando se trata do poder executivo. Entre as frestas ou facilidades que as leis propiciam ao poder público podemos alinhar o prazo em dobro para recursos, o sempre aceito instituto infame da INAUDITA ALTERA PARS, o acolhimento de pretenso PERICULA IN MORA ou ainda as arbitrariedades cometidas contra os oprimidos em nome do FUMUS BONI IURIS. Por uma inexplicável razão a porosidade só tem favorecido, no nosso caso, aos nossos perseguidores.
Quanto à morosidade, a demora na conclusão desse processo é comprovada de maneira eloquente e não exige de nós maiores argumentações. A longa tramitação do processo nas varias instâncias da justiça federal ultrapassa todos os limites da razoabilidade. 
Este blog se propôs desde os idos de 2007 a dar transparência às tramitações que eram mantidas em silêncio obsequioso. E teve ainda a pretensão de ser o catalisador do processo. Aprendemos no nosso mister de professor de química que algumas reações necessitam de um catalisador para que ocorram ou aumentem sua velocidade.
No entanto, desde os tempos da alquimia, os especialistas sabem que o uso inadequado de catalisadores pode, ao invés de facilitar a reação, acelerar exageradamente o processo e transformar uma reação em uma grande explosão.
É essa a nossa preocupação atual. Como diz o professor Nonato, nosso companheiro de luta de primeira hora, a protagonista dessa história é a advogada e nós somos apenas coadjuvantes.
É por essa razão que nos preocupamos com ações isoladas e ingerências de leigos possam tumultuar o processo nesta fase decisiva. 
Tudo tem seu tempo. Todos nós estamos ansiosos. Já afirmamos no blog que o tempo conspira contra nós. No entanto, nenhum de nós, individualmente ou em pequenos grupos, tem o direito de se arvorar em dono da causa e na intenção de apressar os trâmites, através de gestos impensados, comprometer o trabalho que está sendo realizado pela defesa.
Tudo tem seu tempo, repetimos. Participamos de incontáveis ações entre elas três viagens a Brasília para audiências com ministros do TST e do STF e no CNJ. Enviamos memoriais a todos os ministros do STF, memorial ao ministro Luiz Fux (recentemente), publicamos notas no jornal O POVO e no jornal Diário do Nordeste, matéria no site da Carta Capital, estivemos com a ministra Eliane Calmon, visitamos vários desembargadores. Estivemos cinco vezes na PGE e nunca deixamos de combater os absurdos dos srs. procuradores.
O trabalho na quarta vara é da competência exclusiva da advogada que sabe como agir no momento. Petições e outros documentos só retardarão o processo.
Não se angustiem por falta de informações no blog. Acreditem que estamos trabalhando. O PISO SALARIAL está presente no nosso cotidiano e nosso compromisso é de lutar até o limite de nossas forças ou até a vitória final.
OUSAR LUTAR, OUSAR VENCER!!! VENCEREMOS!!! 

FIQUEMOS AGORA COM O ARGUMENTO DE PAULINHO DA VIOLA.



NOSSAS ESTATÍSTICAS APURADAS À ZERO HORA DE QUINTA FEIRA:

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sábado, 12 de julho de 2014

UMA RETIFICAÇÃO E NOVA CERTIDÃO DO TRT.

EDIÇÃO DE HOJE, SÁBADO, DIA 12 DE JULHO DE 2014
DILETOS AMIGOS, DILETAS AMIGAS

certidão 07797 de 09.07.2014
Em edição anterior publicamos fac-símile de uma certidão Nº 07797, datada de 09 de julho de 2014  expedida e publicada no site do TRT, referente ao processo 886/2012 que dava conta da perda de prazo da PGE para interpor agravo de instrumento contra o despacho da desembargadora Maria Rosely Alencar.
certidão 07860 de 10.07.2014
No dia seguinte foi publicada uma outra certidão Nº 7860 relacionada ao processo 1241/2012 dando conta que o prazo para a interposição do agravo de instrumento contra a decisão da desembargadora Maria Rosely era 29.05.2014 e que o referido recurso dera entrada justamente naquele dia. 
Vamos publicar as duas certidões para que possam ser analisadas pelos leitores. Os agravos de instrumentos dos dois processos, se aceitos, deverão ser encaminhados ao TST, mas não nos preocupam porque não têm efeito suspensivo e aquela Corte superior da justiça do Trabalho não aceita mais recursos da PGE enquanto não forem pagas as multas pendentes. Ademais os ministros do TST já estão cansados das manobras procrastinatórias do litigante de má fé dos caloteiros de plantão.
Legislação
Quanto à questão dos prazos, estamos publicando artigo da CLT que trata do assunto. Com a palavra nossos juristas.
No mais queremos retificar a informação postada ontem. Não se trata de AGRAVO REGIMENTAL e sim de AGRAVO DE INSTRUMENTO.

No momento não temos nenhuma informação sobre o que está acontecendo na quarta vara. Esperamos obtê-las na próxima semana. 
É sintomático que a PGE, em gesto revelador de desespero, esteja reenviando para a quarta vara a tal planilha fajuta da UVA para tentar confundir a Meritíssima Juíza e retardar a execução. 
Com a mais absoluta certeza sofrerão mais um acachapante revés. 
A justiça do trabalho federal não se submeterá ante a prepotência do déspota tupiniquim e de seus petulantes acólitos.
A hora é de expectativa e vigilância sem açodamentos. A justiça prevalecerá.


Esta postagem de número 1613 está sendo repercutida no twitter, no blogovin,no google plus e no facebook.
O tempo investido nesta edição foi de 2 horas e 30 minutos.


Nossas estatísticas apuradas a 01:45 da madrugada de sábado:


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Fiquemos agora com Andrea Bocelli & Elisa - La Voce Del Silenzio. Apreciem a boas música e as evoluções dos golfinhos



sexta-feira, 11 de julho de 2014

DESFAÇATEZ, CINISMO E ESTELIONATO

EDIÇÃO DE HOJE, DIA 11 DE JULHO DE 2014
CARÍSSIMOS AMIGOS, CARÍSSIMAS AMIGAS

Estamos publicando uma petição antiga protocolizada pela segunda vez na quarta vara e disponibilizada no seu site no dia de ontem. Cotejando o tal documento que já conhecíamos, faremos algumas considerações.

DESFAÇATEZ, CINISMO E ESTELIONATO

A desfaçatez da PGE não tem limites. Primeiro tentaram impingir ao ministro LUIZ FUX uma suposta “implantação” do Piso Salarial dos professores da UECE e da URCA no mês de dezembro de 2013. Na sequência de absurdos encaminharam à meritíssima juíza da quarta vara uma petição dando conta da “implantação” do Piso Salarial para professores da UVA. Em ambos os casos consideraram as referências do salário mínimo como TETO e não como PISO salarial. E, a partir dessa premissa, introduziram a tal VPNI que contemplou  generosamente professores de vinte horas e sem nenhuma titulação e ignorou, com raras exceções, os professores  de quarenta horas com titulação.
Só para ilustrar, sem citar nomes, o professor que está em último lugar na listagem da dos contemplados da UVA, adjunto K com regime de vinte horas,  obteve uma VPNI de R$ 4.258,37. Seu salário saltou de R$ 2.257,63 para R$ 6.516,00. Confiram a conta, por favor!
Por outro lado, o professor que encabeça a listagem dos “agraciados” da UVA é adjunto M (dois degraus acima), tem 40 horas, obteve uma VPNI de R$ 6,08 (SEIS REAIS E OITO CENTAVOS). Seu salário saltou de R$ 6.509,92 para a exorbitante quantia de 6.516,00. Confiram a conta, por favor.
Os dados acima foram extraídos de uma planilha forjada pela mente insana e perversa dos serviçais da PGE e, conforme documentos que a acompanham, imposta à SEPLAG que, atendendo a determinação do procurador, implantou no contracheque dos aquinhoados. É a poderosa PGE dando ordens à SEPLAG por conta de uma suposta e mentirosa decisão favorável ao Estado do Ceará.
Os documentos estão datados de 24/02/2014, deram entrada há algum tempo na quarta vara, mas hoje foram disponibilizados no site daquele juízo. Já foram remetidos para a caixa postal dos professores cadastrados.

A sanha perseguidora da PGE ultrapassa todas as fronteiras da ética. ÉTICA? DIABÉISSO?
Derrotados no campo jurídico, incompetentes para vencer esta batalha de maneira limpa nos tribunais, apelam para a desfaçatez, o cinismo e a mentira deslavada. E, como se não bastasse, intentam ludibriar e até  intimidar magistrados honrados com a interpretação deliberadamente errônea das leis que nos favorecem e a imposição de planilhas que não passam de um estelionato dos mais vulgares.
A enxurrada de documentos medíocres, descabidos e inúteis do porto de vista jurídico encaminhados pela PGE faz parte de uma sádica guerra psicológica para quebrantar nossa resistência e tentar cooptar os mais necessitados para ceder seus direitos por qualquer ninharia.
Por algum tempo lograram confundir o ministro Fux com pantomimas e melodramas, mas a lucidez e a competência do Procurador Geral da República associadas à ação da defesa e ao trabalho realizado por alguns colegas do SINDESP, pela persistência do colega Paulo Lustosa, da deputada Gorete Pereira e a oportuna e sábia participação do jurista Paulo Bonavides reverteram o quadro.
Como dizia Abraham Lincoln "pode-se enganar a todos por pouco tempo, a poucos por todo o tempo nunca a todos por todo o tempo". 
Simultaneamente tentaram ludibriar, o sábio e experiente Ministro Teori Zavaski julgando que ele,  como neófito no STF, poderia ser confundido,  e, por três vezes foram derrotados: em decisão monocrática do ministro e duas vezes no pleno do STF.
Atualmente as assessorias dos ministros do STF e do TST e os desembargadores do TRT já conhecem este processo que tramita desde 1992 nas várias instâncias da justiça. Fica cada dia mais difícil enganar os magistrados.
Entraram com dois recursos de revista que foram prontamente denegados pela ex-presidente do TRT, desembargadora Maria Rosely Alencar. Interpuseram um agravo regimental para ser remetido ao TST contra a decisão da magistrada, mas perderam o prazo porque se esqueceram de devolver os autos em tempo hábil.
Agora tentam desesperadamente convencer a nova titular da quarta vara que já cumpriram a decisão judicial apresentando uma planilha falsa dos professores da UVA.
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À justiça cabe remover definitivamente os óbices que são interpostos de maneira absurda ao cumprimento de suas determinações. E, para isso necessita impor punições severas aos que zombam de suas decisões e achincalham de maneira vergonhosa todos os membros da justiça do trabalho federal em suas várias instâncias e a  Suprema Corte da Nação.
A aceitação passiva de tantas excrescências compromete, abala e golpeia de maneira radical o princípio da independência de poderes, causando em última análise a ruína do ESTADO DE DIREITO DEMOCRÁTICO.
Não estamos mendigando benesses, privilégios ou favores. Só queremos o que nos é devido. Só queremos que a justiça seja cumprida.

FIQUEMOS AGORA COM Mireille Mathieu interpretando Mon Dieu, C'est Un Homme


BOM DIA!!!